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Domingo, 23 De Fevereiro

Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus. (1 Pedro 3:18)

Um Crucificado Diferente Dos Demais


Por que dar tanta importância para a crucificação de Jesus? Assim me disse um colega de trabalho. Os romanos e outros homens crucificaram muitas pessoas que geralmente eram inocentes. Sem dúvida, o suplício infligido a tanta gente nos dá uma clara ideia da maldade do homem. Todavia, apesar de haver muitos que foram crucificados, a morte do Senhor Jesus permanece única. Ele era inocente, e a Bíblia nos diz que Ele ia de lugar em lugar fazendo o bem (Atos 10:38). Ele é o “Senhor da glória” (1 Coríntios 2:8). A condenação de Cristo é, desse modo, o triste resultado do juízo dos homens sobre a vida perfeita do Senhor Jesus. Ao crucificá-Lo eles demonstraram que odiavam o bem.

Mas, acima de tudo, Jesus é o Filho de Deus. Quando Ele se fez homem se submeteu voluntariamente a este terrível suplício. Aceitou sofrer e dar sua vida, inclusive predizendo o que Lhe iria acontecer: “É necessário que o Filho do homem padeça muitas coisas... seja morto, e ressuscite ao terceiro dia” (Lucas 9:22).

Para alguns homens, Jesus Cristo era inocente. Aos olhos de Deus Ele era, além disso, o único homem perfeito e justo. Ao morrer na cruz, Ele suportou o juízo de Deus contra o pecado e adquiriu uma salvação eterna para todo aquele que deposita sua confiança nEle, como seu Salvador pessoal.

Ressuscitando-O, Deus demonstrou que Jesus Cristo é o único Salvador que Ele deu aos homens. O Senhor Jesus é e será o único que pode afirmar: “Eu sou o primeiro e o último; e o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre” (Apocalipse 1:17-18).

 

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Extraído do livro devocional Boa Semente 2020, publicado pelo DLC.

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